Olha a cobraaaaa!!!! É mentiraaaaaa!!!!

Oba!!!

Mês de Junho é mês de Festa Junina certo? E a pedido da amiga Elaine trago esse post para vocês.
Alguém por aí sabe porque festejamos ela em Junho?
Eu não sabia, só aproveitava para dançar a tradicional Quadrilha, comer coisas pra lá de gostosas e que engordam a gente e namorar um pouco!!!!
Então fui procurar saber porque existe a Festa Junina e não a Festa Julina, Agostina, Setembrina.... kkkkk

Bem, encontrei então a seguinte explicação no site www.suapesquisa.com que posto agora para vocês. Atentem que, ao fim do post deixei uma deliciosa receita Junina ok??

ORIGEM da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Eu particularmente confesso que já fiz pedidos para Santo Antônio... demorou um pouco... mas deu certo. Como o Nordeste é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.

Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam. Pelo amor de Deus, curtam as festas mas não soltem balões tá? Além de prejudicar a natureza, provocando incêndios, pode também tirar a vida de pessoas inocentes.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de Quermesses. Aqui na minha cidade, em Paulínia, tem umas quermesses muito boas! Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão. E como é de praxe... eu já comi do pão... já casei e continuo mantendo sempre um pedacinho de pão junto aos mantimentos lá em casa. Graças a Deus nunca me falta nada, pelo contrário, todo mês sobra muita coisa e eu, meu marido e nosso filhote sempre levamos para a igreja ou doamos para quem sabemos que está precisando. Tenho um prazer enorme em fazer isso!

Bem.. agora que já conhecemos a origem, tradições e algumas comidas típicas...
que tal aprender a fazer algumas das coisinhas citadas acima?
Abaixo segue duas receitas de Quentão e um bolo de milho para vocês arrasarem nas festanças!! As receitas foram tiradas do site Bem Feitinho
Bom apetite!!!
Beijão e até o próximo post!!!

QUENTÃO

Ingredientes:
1 1/2 xícaras de açúcar refinado
1 1/2 xícara de água
50 g de gengibre cortado em fatias finas (1/4 de xícara)
3 limões cortados em rodelas
4 xícaras de pinga (aguardente de cana)
3 cravos da índia
2 pedaços pequenos de canela em pau

Preparo:
Aqueça o açúcar refinado em fogo alto, mexendo de vez em quando até caramelizar.
Junte todos os ingredientes menos a pinga e ferva mexendo até dissolver o açúcar.
Junte a pinga, com cuidado, de preferência fora do fogo para não incendiar, misture e deixe ferver em fogo baixo por 3 minutos.
Sirva em caneca de barro ou louça, pois as de metal tiram um pouco o sabor do quentão.

E para quem não pode com álcool... segue a versão sem álcool.

ESQUENTÃO (Quentão sem álcool)

Ingredientes:
3 litros de água
1 1/2 litro de suco de uva
1 litro de suco de laranja natural
500 ml de suco de limão natural
5 colheres (sopa) de canela em pau
5 colheres (sopa) de cravo
5 colheres (sopa) de gengibre
2 kg de açúcar refinado

Preparo:
Leve ao fogo a canela, o cravo, o gengibre e o açúcar.
Quando o xarope começar a desgrudar da panela, adicione 2 litros de água.
Deixe ferver por 10 minutos e reserve.
Em outro recipiente, misture o suco de uva, o de laranja, o de limão e o resto da água.
Aqueça, mas não deixe ferver.
Misture bem o xarope e o líquido.
Sirva quente.
Rende 4 1/2 litros de quentão.


BOLO de BAGAÇO de MILHO

Ingredientes:
2 xícaras de açúcar refinado
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara de leite
2 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara de bagaço de milho
3 ovos
Queijo de minas cortado em pequenos pedaços

Preparo:

Separe as claras das gemas
Bata as claras em neve e reserve.
Misture bem a manteiga, o açúcar refinado e as gemas.
Acrescente a farinha, o leite e o bagaço de milho.
Junte as claras em neve e mexa delicadamente.
Despeje em forma untada.
Antes de levar ao forno, enfiar na massa os pedacinhos de queijo.
Assar em forno pré aquecido.

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