Maquiagem da Maya passo a passo com Juliana Paes


Olá lindezasssssss!!!
Apesar de ter chego ao fim a novela Caminho das Índias vou postar um vídeo de maquiagem indiana, a maquiagem que a Maya utilizava nas gravações da novela. No vídeo, Juliana Paes ensina o passo a passo certinho. Incrível a beleza e o colorido das mulheres indianas. Parece que já acordam maquiadas.

Super lindas, com olhos marcantes, são mulheres que não descuidam da beleza do rosto. Juliana Paes contou a revista Contigo que em sua viagem para a Índia, observou muito as mulheres indianas e agora ela mesma pinta os olhos com kajal.

Segue o vídeo da linda Juliana ensinando tudinho de sua maquiagem indiana. Agora só falta um Raj (Rodrigo Lombardi.... are baba!!!) ou um Bahuan (Márcio Garcia) em nosso caminho né?
Beijão!!!


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Tahia Carioca


Seu nome verdadeiro era Abla Muhammad Karim, mas aderiu o nome artístico Tahia Carioca na década de 30. O nome Carioca foi em função de seu derbakista misturar sons árabes aos sons brasileiros, os quais a bailarina muito apreciava.

Nasceu em Ismailia, Egito em 1915. Quando adolescente mudou-se para o Cairo, onde começou estudar dança do ventre na escola Ivanova.

Depois, na décade de 30, começou a trabalhar no cassino de Badia Massabni ao lado de Samia Gamal.

Badia trazia coreógrafos americanos e europeus para ensinar suas bailarinas. Foi neste cassino que surgiram as chamadas bailarinas da idade de ouro da Dança do Ventre.

Além da dança, Tahia foi atriz, estrelando 120 filmes egípcios da chamada "Era de Ouro". O primeiro filme que Tahia fez foi em 1935. Alguns dizem que estreou no filme "Doctor Farahat" e outros dizem que foi no "La Femme et le Pantin".

De qualquer maneira Tahia Carioca atuou em filmes egípcios com estrelas de filmes árabes como o cantor e compositor Mohamed Ahdel Wahab e Farid Al Atrache.

Seu estilo de dançar era muito diferente de sua amiga e rival Samia Gamal.

Em 1963 parou de dançar e passou a dedicar-se somente ao teatro. Foi quando fundou um grupo teatral. Sua primeira peça neste grupo foi sobre a vida de Shafiqa La Copta, obra na qual obteve grande sucesso.

Tahia não podia ter filhos, acabou adotando uma menina chamada Atiyah Allah e também se mostrou muito ligada aos seus sobrinhos. Ao todo se casou 14 vezes, dentre seus maridos havia o também famoso ator egípcio Rushdy Abaza, que também se casou com Samia Gamal (com quem teve o seu mais longo casamento), a rival de Tahia.

Tahia morreu aos 79 anos em 20 de Setembro de 1999 de ataque cardíaco. No entanto o seu legado permanece entre todas as bailarinas, como um exemplo de dançarina e parte da história da dança do ventre.

Assista Tahia e conheça melhor sua dança. Bom estudo!







Lulu Sabongi - Uma grande estrela!


Lulu Sabongi iniciou seus estudos em 1983 com Sherahzad, armênia residente no Brasil, com quem aprendeu os princípios da dança oriental. Esta foi sua única professora no Brasil e uma fonte de incrível inspiração sempre.


Em 1985 as primeiras apresentações na Khan el Khalili – egypt, em São Paulo.Este também foi o ano do seu casamento e uma parceria que duraria 21 anos,durante os quais, esteve a frente do ensino e da qualidade artística da casa, construindo a estrutura técnica e o estilo hoje em dia reconhecido em todo o Brasil

Em 1990 iniciou a carreira como professora, dentro da Khan el Khalili. Lá também nasceria a escola que hoje detém a tradição incontestável de um alto nível em ensino e qualidade dentro da dança oriental em nosso país. Desde o inicio a criação das aulas e do conteúdo didático sempre esteve a seu cargo. A partir daquele momento duas empresas caminhavam juntas. Khan el Khalili egypt e Lulu Sabongi Eventos. Ambas conectadas por laços comerciais e também afetivos já que os sócios eram marido e mulher e desenvolviam o trabalho juntos.

Em 1992 realizou a primeira viagem aos USA em busca de maior conhecimento e contato com novos professores. Teve aulas com Ibrahim Farah e Anahid Sofien.

Em 1993, uma grande festa na Khan el Khalili para celebrar os dez anos de dança, com a presença de um público estimado de 400 pessoas, reuniu na Khan el Khalili o maior grupo de pessoas interessados na dança até então.

Em 1993 gravou o primeiro vídeo didático de dança do ventre no Brasil. Lançado pela Livraria Hórus, a convite de seus fundadores, Lea e Jean, como sendo o primeiro vídeo de uma série explorando as danças sagradas do mundo. Neste primeiro trabalho os integrantes foram: Lulu Sabongi, Lea e Jean, e José Roberto Prazeres


Após o primeiro vídeo uma longa coleção teria início. Em 1995 após o nascimento de seu segundo filho, o lançamento de mais 3 vídeos didáticos sobre a dança. Sob a direção da cineasta Kátia Mesel e edição de Jorge Sabongi, na época seu sócio e também marido.

Em 1997, realizou curso com o coreógrafo Ghassan Fadlahlah, solista do grupo Caracalla, em viagem ao Brasil a convite de Fadua Chuffi.


Em 1998, lançamento de uma coleção de 17 vídeos didáticos, envolvendo os mais variados temas dentro da dança oriental, desde estilos até conteúdo rítmico. Um trabalho de larga escala com convidadas de todas as partes do Brasil. Todas as bailarinas convidadas sem exceção, eram suas alunas e naquele momento já profissionais na área da dança. O evento reuniu profissionais e amadoras.

Em 1998 realizou sua primeira viagem ao Egito em busca de maiores conhecimentos técnicos e crescimento. Aulas com Rakia Hassan, Shallaby, Mahmoud Redá. Realizou nesse ano ainda, uma grande festa comemorando seus 15 anos de dança, no clube Syrio Libanês em São Paulo. Com música ao vivo a festa trouxe um público de 1300 pessoas para a celebração.

Ainda em 1998 realizou workshop no Brasil com Shorkry Mohamed, coreógrafo egício vivendo na Espanha Madrid.

No ano de 1999, inicia o processo das viagens internacionais. Primeiro país visitado foi Suécia, como estudante de um curso dado por Morroco. Primeiros contatos internacionais e convites para trabalhar na Europa. Neste mesmo ano primeira viagem a Noruega, tendo Bergen como cidade principal a convite de uma amiga pessoal de longa data Claudia Carlsen. Foi esta pessoa também quem produziu seu segundo website. O primeiro foi criado e desenvolvido por Jorge Sabongi, então seu marido e parceiro.


Ainda em 1999 realizou curso com Mohamed Shokry em Barcelona, e performance na mesma cidade a convite da bailarina e coreógrafa Devora Korek.

Em 2000 criação da Pré Seleção Khan el Khalili. Juntamente com Jorge nasce a idéia de criar um processo seletivo, para alavancar a qualidade e homogeneidade da dança em todo o país. Decidiram criar a possibilidade de reconhecer através de um processo justo e baseado em critérios pré estabelecidos, as pessoas que estudam e desenvolvem seu trabalho preocupadas em manter a autenticidade e alta qualidade em dança oriental em nosso país. Todos os anos recebem material das mais diversas áreas do Brasil, num total de 150 dvds, a serem analisados um a um. Posterior a esta análise, cada participante recebe uma avaliação pessoal sobre sua performance e conhecimento em dança. Os critérios técnicos de avaliação nasceram a partir do desenvolvimento de sua metodologia própria aliados ao caráter artístico da dança, desenvolvido dentro da Khan el Khalili. Realizou Workshops na Noruega, Bergen e Stavanger. Workshop com Rakia Hassan no Brasil.

Em 2001 Noruega, Bergen Stavanger e Oslo.
Em 2002 Primeira visita ao Festival egípcio Ahlan wa Sahlan. Convidada a se apresentar na festa de encerramento do festival juntamente com suas parceiras de trabalho no Brasil , Shahar el Badri( residente hoje em Londres) e Soraia Zaied. Ambas eram neste ponto professoras de sua escola no Brasil, que então já contava com mais de 350 alunas.

Ainda em 2002 – aulas com Mo Gedawi, Mr Faruk, Zaza Hassan, Rakia Hassan, Dina, Randa, Mam Freizz, Newen Ramez, Hassan Afifi, Ashraf Hassan e outros professores no festival.

Em 2003 realizou viagem ao Egito para aperfeiçoamento. Aulas particulares com Aida Nour, Farida Fahmy, Mahmoud Redá, Dandash e completando 20 anos de atuação em dança, um grande evento no Memorial da América Latina, celebraria o encontro de mais de 400 bailarinas no palco. Convidadas de todo o Brasil, escolas e profissionais ligadas ao seu nome, estiveram presentes no evento que reuniu 1600 pessoas. Gravado em dvd e a disposição desde então. O maior evento artístico envolvendo a arte da dança do ventre no Brasil. Workshops na Islândia, Espanha e Argentina.


Em 2004 Festival no Egito convidada como professora do Ahlan wa Sahlan. Aulas durante o festival com todos os professores atuantes.


Em 2005 e 2006 Festival Nile Group - Cairo.

A partir de 1999 com as viagens internacionais, um novo ciclo de trabalho se desenvolveria e novos países foram adicionados a lista de visitas anuais.



Como os cursos acontecem em partes diferentes do mundo e anualmente vale citar apenas os lugares, pois a maioria deles hoje faz parte de uma agenda anual constante.


Países onde Lulu ministrou cursos regularmente desde 1999, ou se apresentou.


1. Argentina – Buenos Aires e Tucuman
2. Chile – Santiago e Antofagasta
3. USA- Nova Iorque, Danbury, Chicago, Miami, Los Angeles
4. Canadá - Quebec
5. Egito – apenas por ocasião de festivais – Cairo e Sharm el Sheikh
6. Islândia - Reyjavik
7. Noruega – Stavanger, Bergen, Sandfjord e Oslo
8. Suécia - Estocolmo
9. Dinamarca
10. Portugal- Lisboa
11. Espanha- Barcelona, Madrid e Palma de Maiorca
12. Itália- Torino
13. Áustria- Spittal Drau
14. Alemanha – Berlim, Bielefeld, Saarbrücken, Ingolsdat, Nürnberg,Ulm e Frankfurt
15. Suíça – Weggis e Zurique
16. França- Paris e Marselhe
17. República Checa - Praga
18. Japão – Tóquio e Fukuoka
19. Eslovênia (2009)
20. Reino Unido (2009)
21. Irlanda ( 2009)

22. Grécia (2009)
23. Escócia (2009)
24. Brasil, por todo o território nacional

Lista dos professores que jamais serão esquecidos, por fazerem no passado e no presente parte da sua vida.


• Sherahzad
• Farida Fahmy
• Mahmoud Redá
• Rakia Hassan
• Morroco
• Ibrahim Farah
• Anahide Sophien
• Ghassan Fadlahlah
• Amany
• Dina
• Aida Nour
• Souhair Zaki
• Mona Said
• Najwa Fuad
• Ibrahim Akef
• Mr Farouk
• Zaza Hassan
• Ashraf Hassan
• Hassan Afifi
• Shalaby
• Gamal Seif ( my actual partner in dance and projects)
• Khaled Seif
• Momo Kadouss
• Shokry Mohamed
• Mohamed Shahin
• Hussein

• Mo Gedawi
• Newen Ramez
• Freizz
• Ahmed Fekri
• Yousri Sharif
• Mohamed Kazafy
• Khaled Mahmoud
• Randa Kamel
• Lucy
• Sahara Saeda



Dentre os professores que nunca encontrou pessoalmente mas que também sempre foram fonte de estudo, através de vídeos e dvds, destaca:


• Fifi Abdo
• Naima Akef
• Samya Gamal
• Nadia Gamal
• Zizi Mustapha
• Nelly
• Nadia Hamdi
• Rendia
• Taheya Carioca


Apesar de estudar estes professores apenas através de seus trabalhos, o impacto causado por isso pode ser notado na dança e presenciado de fato. As fontes de obtenção de conhecimento são inúmeras, basta o desejo e o empenho, o resto se manifesta naturalmente.

Assista alguns vídeos de Lulu Sabongi!










Samia Gamal - A Bailarina Nacional do Egito


Samia Gamal nasceu em Wana, uma pequena cidade egípcia, em 1924. Meses depois, mudou-se com sua família para o Cairo.

Anos depois conheceu Badia Masabni, que a convidou para integrar sua companhia de dança e a trabalhar em seu cassino. Samia aceitou.

Foi Badia quem lhe deu o nome de Samia Gamal, já que seu nome de nascimento é Zainab Ibrahim Mahfuz.

Primeiramente estudou com Badia, e com a então estrela do momento, Tahiya Carioca. Mas ela logo tornou-se uma solista respeitada e criou seu próprio estilo.

Samia Gamal incorporou técnicas do balé (como giros e deslocamentos) e de danças latinas em suas performances.

Ela foi a primeira bailarina de dança do ventre a dançar de salto alto, e também tornou o uso do véu muito popular.

Estrelou diversos filmes egípcios ao lado do famoso cantor e ator Farid Al Attrach, como "I Love You" em 1949 e "Afrita Hanem" em 1950. Eles ainda tiveram um romance na vida real, mas não se casaram. O romance rendeu também muitas canções.


Em 1949, o rei egípcio Farouk proclamou Samia Gamal “A Bailarina Nacional do Egito”, que trouxe atenção dos EUA para a bailarina.

Em 1950 Samia foi para os EUA e foi fotografada por G. John Mili. Ela ainda dançou no The Latin Quarter, um nigthclub em Nova Yorque.

Depois, Samia casou-se com o milionário texano Sheppard King III, que se converteu ao islamismo por sua causa, mas esse casamento não durou muito.

Em 1958 Samia casou-se com Roshdy Abaza, um dos mais famosos atores egípcios, época na qual fizeram alguns filmes juntos.

Outro filme internacional que Samia trabalhou foi “Ali baba e os quarenta ladrões”, do diretor francês Jacques Becker.

Samia Gamal parou de dançar em 1972 quando estava perto dos 50 anos, mas começou novamente depois, por sugestão de um amigo, Samir Sabri. Ela então dançou até perto da década de 1980.

Ela dizia: "Dança, dança, nada além da dança. Eu dançarei até morrer!".


Samia Gamal faleceu no dia primeiro de Dezembro de 1994, no Hospital de Mirs no Cairo, aos 70 anos.

Samia Gamal, ao lado de Tahia Carioca, é considerada uma das mais famosas dançarinas do mundo. E foi a responsável por levar a Dança do Ventre para Hollywood e Europa.

É elogiada e lembrada por seu estilo charmoso e sedutor ao dançar, pela expressividade de seus olhos, bem como pelo quadril leve e solto.


Abaixo confira alguns vídeos desta bailarina para conhecê-la melhor e para estudar seu estilo.





Trecho do filme "Ali babá e os 40 ladrões"

NOSSA BENDITA VIDEOTECA!!!

Olá meninas!!
A partir de hoje vou estar postando também alguns vídeos de movimentos de Dança do Ventre que achar interessante. Para assistí-los é só procurar pelo vídeo desejado e clicar em cima do nome ok? Atentando para o fato de que cada professora tem um jeito e didática diferente de ensinar ok?

Tem muita gente que tem vontade de aprender mas não tem tempo, ou tem tempo mas não encontra uma professora por perto, ou então tem tudo mas falta o bendito "dindin" e vice-versa.

Então resolvi dar uma ajudinha!! Não me proponho a fazer deste blog uma verdadeira biblioteca sobre a Dança do Ventre, bem que gostaria mas acho que seria querer demais... mas... na medida do possível, quero sim, deixar o blog com conteúdo de qualidade e ajudando dessa forma, inúmeras pessoas.

Sugiram temas, comentem, exponham a opinião de vocês ok? Tudo será bem vindo!!!
Bom estudo!!!

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Ética na Dança do Ventre

Olá!!
Sentei para escrever essa postagem e voltei no tempo. Em minha faculdade de pedagogia eu e minha amiga Elaine fizemos nosso trabalho de conclusão sob o tema "Ética e Cidadania". Tempo de ouro aquele. Muito bem aproveitado.

Bom, mas estamos aqui para falar sobre a Ética na Dança do Ventre.
Primeiramente o que se entende por Ética?

"A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter."

Agora, como se dá a Ética dentro da Dança do Ventre? A Ética dentro da Dança do Ventre, se dá pelo conjunto de regras de conduta das bailarinas entre si e para com seu público e suas alunas. O que na prática seria:


A ética das bailarinas entre si
Consideramos falta de ética para com outras bailarinas dançar sem cachê ou com valor abaixo do mercado, pois isto causa uma desvalorização do trabalho artístico, criando uma concorrência desleal, o que prejudica todas as outras profissionais. O que acontece muito no mercado de trabalho é que algumas bailarinas recebem promessas variadas (sucesso no futuro, shows etc.) de falsos empresários, que têm o único intuito de explorá-las comercialmente. Cuidado com falsas promessas. Não se iludam com palavras bonitas e um belo sorriso.

A ética da professora para com suas alunas
Existem professoras que, por insegurança, não passam informações completas e corretas às suas alunas, bem como aquelas que evitam que suas alunas conheçam os trabalhos de outras profissionais. Isso, além de prejudicar o desempenho de suas alunas, que necessitam conhecer outros estilos, prejudica também a própria professora, que não cumpre o seu papel de mestra. Como diria Gibran Khalil Gibran, as pessoas que compartilham seus conhecimentos são agraciadas porque confiam plenamente na fartura que a vida lhe proporciona.



A ética da bailarina para com seu público
A postura da bailarina é muito importante. Ela deve ter uma sutil sensualidade em seus movimentos, com muita delicadeza e simpatia no trato com o público. Certos exageros e gestos muito próximos são dispensáveis. Nada de aceitar dinheiro ou deixar alguém te passar a mão. Isso é triste, é ridículo mas acontece. Ao lado um exemplo e abaixo um vídeo da bailarina Ansuya, uma verdadeira diva!! Prestem atenção no que o senhor empolgado faz e a reação da bela bailarina. Vendo essa foto eu, que não sou uma bailarina profissional, apenas faço aulas e danço por paixão, sinto uma imensa vergonha. É constrangedor olhar uma linda bailarina e uma mãozona quase que se apoderando do seu decote. Pelo amor de Deus meninas... procurem evitar isso. Jamais deixem que isso aconteça. É uma atitude que degride a imagem da bailarina.

Eu considero a Ética na Dança do Ventre então, como sendo o respeito mútuo entre professoras e alunas, bailarinas e público, o não exagero, a não vulgaridade, afim de se ter uma dança íntegra e acima de tudo ser apreciada e reconhecida como excelente profissional. E você? Como vê a Ética na Dança do Ventre?

Beijokas de muita luz para todos!!!


BIOGRAFIA: Gibran Kahlil Gibran



Para quem não conhece, eis a biografia de Gibran Kahlil Gibran, extraído do site Para ler e Pensar.

"Seu nome completo é Gibran Kahlil Gibran. Assim assinava em árabe. Em inglês, preferiu a forma reduzida e ligeiramente modificada de Khalil Gibran. É mais comumente conhecido sob o simples nome de Gibran.

1883 - Nasceu em 6 de janeiro, em Bsharri, nas montanhas do Líbano, a uma pequena distância dos cedros milenares. Tinha oito anos quando, um dia, um temporal se abate sobre sua cidade. Gibran olha, fascinado, para a natureza em fúria e, estando sua mãe ocupada, abre a porta e sai a correr com os ventos.

Quando a mãe, apavorada, o alcança e repreende, ele lhe responde com todo o ardor de suas paixões nascentes: "Mas, mamãe, eu gosto das tempestades. Gosto delas. Gosto!" (Um de seus livros em árabe será intitulado Temporais).

1894 - Emigra para os Estados Unidos, com a mãe, o irmão Pedro e as duas irmãs Mariana e Sultane. Vão morar em Boston. O pai permanece em Bsharri.

1898/1902 - Vota ao Líbano para completar seus estudos árabes. Matricula-se no Colégio da Sabedoria, em Beirute. Ao diretor, que procura acalmar sua ambição impaciente, dizendo-lhe que uma escada deve ser galgada degrau por degrau, Gibran responde: "Mas as águias não usam escadas!"

1902/1908 - De novo em Boston. Sua mãe e seu irmão morrem em 1903. Gibran escreve poemas e meditações para Al-Muhajer (O Emigrante), jornal árabe publicado em Boston. Seu estilo novo, cheio de música, imagens e símbolos, atrai-lhe a atenção do Mundo Árabe. Desenha e pinta numa arte mística que lhe é própria. Uma exposição de seus primeiros quadros desperta o interesse de uma diretora de escola americana, Mary Haskell, que lhe oferece custear seus estudos artísticos em Paris.

1908/1910 - Em Paris. Estuda na Académie Julien. Trabalha freneticamente. Freqüenta museus, exposições, bibliotecas. Conhece Auguste Rodin. Uma de suas telas é escolhida para a Exposição das Belas-Artes de 1910. Nesse ínterim, morrem seu pai e sua irmã Sultane. 1910 - Volta a Boston e, no mesmo ano, muda-se para Nova York, onde permanecerá até o fim da vida. Mora só, num apartamento sóbrio que ele e seus amigos chamam As-Saumaa (O Eremitério). Mariana, sua irmã, permanece em Boston. Em Nova York, Gibran reúne em volta de si uma plêiade de escritores libaneses e sírios que, embora estabelecidos nos Estados Unidos, escrevem em árabe com idênticos anseios de renovação. O grupo forma uma academia literária que se intitula Ar-Rabita Al-Kalamia (A Liga Literária), e que muito contribuiu para o renascimento das letras árabes. Seus porta-vozes foram, sucessivamente, duas revistas árabes editadas em Nova York: Al-Funun (As Artes) e As-Saieh (O Errante).


1905/1920 - Gibran escreve quase que exclusivamente em árabe e publica sete livros nessa língua: 1905, A Música; 1906, As Ninfas do Vale; 1908, Espíritos Rebeldes; 1912, Asas Partidas; 1914, Uma Lágrima e um Sorriso; 1919, A Procissão; 1920, Temporais. (Após sua morte, será publicado u m oitavo livro, sob o título de Curiosidades e Belezas, composto de artigos e histórias já aparecidas em outros livros e de algumas páginas inéditas).

1918/1931 - Gibran deixa, pouco a pouco, de escrever em árabe e dedica-se ao inglês, no qual produz também oito livros: 1918, O Louco; 1920, O Precursor; 1923, O Profeta; 1927, Areia e Espuma; 1928, Jesus, o Filho do Homem; 1931, Os Deuses da Terra. (Após sua morte serão publicados mais dois: 1932, O Errante; 1933, O Jardim do Profeta.) Todos os livros em inglês de Gibran foram lançados por Alfred A. Knopf, dinâmico editor norte-americano com inclinação para descobrir e lançar novos talentos. Ao mesmo tempo em que escreve, Gibran se dedica a desenhar e pintar. Sua arte, inspirada pelo mesmo idealismo que lhe inspirou os livros, distingue-se pela beleza e a pureza das formas. Todos os seus livros em inglês foram por ele ilustrados com desenhos evocativos e místicos, de interpretação às vezes difícil, mas de profunda inspiração. Seus quadros foram expostos várias vezes com êxito em Boston e Nova York. Seus desenhos de personalidades históricas são também célebres.

1931 - Gibran morre em 10 de abril, no Hospital São Vicente, em Nova York, no decorrer de uma crise pulmonar que o deixara inconsciente."

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GRANDES NOMES - Bailarinas de todos os tempos!!

Olá!!
Aqui você encontra informações sobre as grandes bailarinas da Dança do Ventre de todos os tempos. Grandes nomes aqui reunidas, com biografia, atuações, curiosidades sobre a vida, formação e muito mais.

Se a sua bailarina preferida não estiver aqui, envie sua sugestão de post para dalarmibellydance@hotmail.com Na foto a bailarina Kahina.
Inspire-se nos grande ícones da Dança do Ventre!! Bom estudo!!!

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Bailarinas:
- Aida Gamal
- Carlla Silveira

Fifi Abdo - A Rainha da Dança do Ventre

"A dança é a única coisa que eu realmente amei em minha vida…", diz Fifi Abdo, "Ela me deu tudo."

Fifi Abdo




Fifi Abdo, cujo sobrenome pode também ser escrito como Abdou ou Abdu, é bailarina, atriz e celebridade egípcia. Possue cerca 1,65m de altura, embora pareça mais alta. Seu nome de batismo é Atiaat. Transformou-se num ícone da raqs sharki (dança do leste).

Conhecida como a mais picante, é considerada uma das melhores bailarinas do Egito de nosso tempo. Sua fama já ultrapassou o alto das pirâmides! Uma artista completa, teve em sua juventude uma extrema beleza que sempre soube usar como atributo para conquistar o poder e realizar seus desejos. Fifi Abdo considera a dança como uma arte e uma parte do história do Egito.

Biografia
Ela cresceu em uma aldeia fora do Cairo, onde seu pai era policial. Sua mãe ficava em casa cuidando de Fifi, de seus cinco irmãos e irmãs, além dos seis filhos de seu pai.

Quando criança, Fifi assistia aos filmes com Tahia Carioca, Naima Akef e Samia Gamal e imitava cada passo delas. Sua favorita era Naima Akef, mas a quem ela muito admira é Tahia Carioca.

O longo caminho entre a bint al baladi (a menina da aldeia na cidade grande) até ser a "rainha da dança oriental" não foi fácil.

Fifi Abdo estava determinada a se tornar uma bailarina. Com doze anos, fugiu de casa com a filha de um vizinho que era uma bailarina de um grupo de folclore. Depois foi empregada doméstica de um músico que descobriu seu talento e iniciou sua carreira. Diante da obstinação da filha em dançar, seus pais finalmente cederam a sua resolução e, após Fifi trabalhar com uma trupe por algum tempo, tornou-se solista aos treze anos.

Alta e bem desenvolvida para a sua idade com aparência de modelo, era chamada pelas pessoas de The Filly. Ela passou a dançar em casamentos e a se apresentar em hotéis de cinco estrelas, sempre acompanhada da mãe.

Ela se alfabetizou e aprendeu a ler, a escrever e a falar em inglês. Casou-se seis vezes. A primeira vez foi um casamento arranjado quando tinha 14 anos de idade. Ela tem três filhas: a mais velha já está crescida e casada; Hanadi, a segunda é de seu atual marido e estuda Ciências Políticas na American University of Cairo, e a mais nova é adotada. Houve grande repercurssão dessa adoção, pois anteriormente a criança fora adotada por Tahia Carioca. Com o falecimento de Tahia, a criança, que ainda era um bebê, foi assumida por Fifi. A criança freqüenta a melhor escola que utiliza o inglês no Cairo.

Fifi acrescentou que muitos pensaram que ela pararia de dançar após a morte de sua mãe (final de 2003). Nessa época parou de atuar no seriado Idala'ee ya doosa. Ela diz que foi muito duro e que precisou se afastar por um tempo do mundo do entretenimento. Fifi Abdo parou de dançar em 2004. No final de sua carreira de dança ela foi considerada a melhor das "três grandes", juntamente com Lucy e Dina. Fifi no momento não dança em festas e casamentos, mas diz que, enquanto suas condições da saúde permitirem, sempre dançará em ocasiões especiais.

Personalidade polêmica
Fifi tem uma forte personalidade, dentro e fora do palco, a qual lhe legou a reputação de obstinada. Detestada igualmente por milhões que acham seu comportamento provocativo e vulgar, seu trabalho foi considerado controverso e provocante, conduzindo a várias celeumas. Isso fez dela uma das maiores celebridades egípcias. Afinal, se não ousasse, não seria Fifi...

Seu nome é mencionado tanto com relação aos escândalos quanto aos altos faturamentos de seus filmes, peças e vídeos. Além de bailariana de dança do ventre, a egípcia Fifi Abdo é uma mulher de negócios, bastante rentável por sinal! Ela e seus empresários (possue nada menos que seis) sabem lidar com a mídia. Usam as controvérsias para chamar a atenção, causar comoção e romper convenções, tanto com a mídia quanto com as autoridades. É tudo parte de um jogo. Uma bailarina menos famosa certamente enfrentaria problemas com a polícia moral.

Seu sucesso na mídia fez dela uma das mulheres mais ricas do Cairo. A revista francesa Jeune Afrique revelou que Fifi ganhou cerca de 1,1 milhões de euros entre 1993 e 1996; ela certamente ganhou mais de US$400,000 dólares por ano. Ela possui mais de cinco mil roupas de dança, várias Mercedes e dois apartamentos ao longo do rio Nilo. Ela ainda é conhecida por ajudar os menos afortunados.

Apesar da proibição dos filmes e novelas nos quais Fifi Abdo atua como Tar'al hob e El siti aseelah, sua popularidade continua intocada.

Várias mulheres do Oriente Médio vêem Fifi como uma heroína, por causa de sua audácia, embora haja alguma oposição a ela devido à controvérsia que tem criado.

Língua afiada
Convidada de um programa de tevê, Fifi Abdo falou abertamente sobre sua vida e sua carreira. Ela esclareceu que, após se aposentar como bailarina, não está trabalhando como faxineira para ganhar dinheiro e que continua atuando em diferentes novelas e filmes. Numa tentativa de neutralizar vários rumores, acrescentou que recusou-se a tirar proveito do fato de seu atual marido (o sexto até agora) ser um próspero homem de negócios e usar dinheiro dele para produzir filmes ou séries para televisão. Ressaltou que ela e Lucy são as melhores bailarinas que já surgiram no Egito e em todo o mundo árabe.

Ao ser perguntada sobre Dina, Fifi disse francamente que ela seria uma bailarina substituta para ela e Lucy. Muito embora ela ou Lucy não deixassem de se apresentar por causa de uma dor de cabeça, Dina poderia ser chamada para tal eventualidade. A respeito do comentário de Dina sobre a dança ser um tabu religioso, Fifi observou que se assim o fosse porque ela (Dina) dançou em primeiro lugar e depois voltou atrás na sua decisão de parar.

Fifi Abdo gasta tanto tempo no tribunal quanto em seus shows. Não sai sem seus guarda-costas para protegê-la dos excessos dos admiradores ou dos oponentes. A mais recente altercação foi com a cantora egípcia Sherine Seif.

A mídia
A celebridade de Fifi Abdo permite a ela uma boa cobertura pela imprensa. Algumas notícias são boatos e/ou especulação, outras nem tanto.



Aqui está uma amostra das notícias sobre Fifi:
Em 2006, a doação de alimentos aos pobres por bailarinas profissionais (incluindo Fifi Abdo) durante o Ramadã causou controvérsia. Alguns líderes religiosos declararam que é pecado (haram) para os pobres comer o que é doado pelas bailarinas de dança do ventre e por outras artistas de reputação duvidosa durante o Ramadã.

Em agosto de 2005, a peruca de Fifi pegou fogo durante a filmagem da cena do banho do bebê da novela Ta'r al hub (Pássaro do amor). Fifi Abdo negou veementemente os rumores de que a sua filha Hanadi teria planos de se tornar atriz. Cursando Ciência Política na Universidade Americana do Cairo, Hanadi não aceitou inúmeras ofertas para estrelar produções, porque ela não deseja ser o centro das atenções. Uma rede de televisão egípcia tirou Fifi Abdo do ar, pois os censores aparentemente indignaram-se com seus papéis em dois filmes apresentados no mês sagrado do Ramadã em canais árabes via satélite. Fifi disse que iria focar-se nas produções para teatro.

Em 2003, os salários dos atores e atrizes egípcios tornam-se milionários. Fifi Abdo recebeu um milhão de libras egípcias por seu papel no drama Al hakika wa al sarab ("Verdade e Realidade"), no qual Abdo desempenha o papel de uma empresária que vende mobília. Supostamente ela não gostou que o drama não fosse transmitido durante o Ramadã.

Em 2001, um maníaco pede para Fifi Abdo anunciar seu casamento. Um alfaiate de cinqüenta anos de Beni Suef tentou invadir o palco onde Fifi se apresentava para perguntar-lhe se tinha se casado com ele sem seu conhecimento. Ele disse que recebeu uma carta contendo a notícia que ele tinha se casado com Fifi e que supostamente havia um cheque de Fifi Abdo no valor de 10.000 libras egípcias. Ele foi mandado para fazer um exame psiquiátrico.

Indicação para a presidência da Egyptian Belly Dancing Association
Apesar das várias disputas surgidas com a eleição do presidente da Egyptian Belly Dancing Association, os dirigentes da dança oriental decidiram que Fifi é o melhor nome para ocupar a posição. Essa diretoria realizou reunião a fim de lançar as bases para a fundação de uma associação que ajudará a proteger os direitos das bailarinas no Egito. Fifi foi nomeada para a posição com base em sua longa e rica carreira como bailarina de dança do ventre, além de que todos concordaram que ela é a candidata mais apropriada para o posto. Foram feitas várias tentativas de criar uma associação que protegesse os direitos das bailarinas de dança do ventre, mas sem sucesso.Admiração por Tahia Carioca

Grande admiradora da lendária bailarina Tahia Carioca, Fifi quer produzir um filme sobre ela. Para isso, pediu ao produtor Faisal Nada que transformasse a vida da bailarina em uma novela para televisão, na qual fará o papel principal. A série contará a história de Tahia desde o início, suas viagens pelo mundo dançando, seus relacionamentos com inúmeras figuras do mundo político e do entretenimento e como terminou sua carreira renunciando à dança.

Fifi sempre quis representar Tahia na tela e decidiu fazê-lo ela mesma como um tributo à lendária bailarina, entretanto os herdeiros de Tahia ameaçaram processar Fifi Abdo por causa de seu projeto. Osama Husni al-Jiddawi, sobrinho de Tahia, ameaçou Fifi Abdo, dizendo que a herança e a memória de sua tia pertence a sua família e ninguém poderia usar sua história sem permissão.

Fifi alegou que Tahia, concedeu-lhe permissão antes de morrer, mas Osama nega ter conhecimento sobre esse assunto. Acrecentou que passou os últimos dias com sua tia e nada foi mencionado sobre qualquer contrato ou acordo com Fifi.

A atriz Raja Jiddawi, sobrinha de Tahia, afirmou que a família não é contra a novela, mas querem se certificar de que a história será justa a respeito dos fatos e dos grandes trabalhos feitos por sua tia. Disse não se importar caso Fifi Abdo ou Nadia Al-Jundi interpretem o papel. "A coisa mais importante é que seja um trabalho bom, que homenageie o grande talento de minha tia", afirmou a atriz.

Raja concluiu, dizendo que a coisa mais importante é mostrar os últimos vinte e cinco anos da vida de Tahia, nos quais se transformou numa devotada muçulmana, permanecendo em casa, lendo o Corão e indo a Meca para a peregrinação.

Tahia Carioca foi uma extraordinária e audaz bailarina oriental e uma atriz muito elogiada, que faleceu em 1999. Seu nome original era Badawiya Mohammed Karim Ali Sayed, que mais tarde foi rebatizada por causa da dança carioca, que ela fazia, uma versão modificada do samba. Suas coreografias mesclavam espetacularmente os elementos da dança baladi – a forma tradicional de solo das bailarinas – com a dança moderna e os trabalhos de chão. Esta fusão dos estilos foi uma inovação e, por meio dela, criou-se um vocabulário da dança, no qual ondulações, movimentos de braço e de quadril se transformaram em forças dominantes na dança do ventre por décadas.Características da dança


Há necessidade de introduzir Fifi Abdo? A rainha da dança oriental é admirada por milhões no leste e no oeste. Ela é uma showwoman.

Famosa por sua personalidade forte e rebelde, Fifi Abdo tem um grande feeling e interage com a platéia; ela normalmente pega o microfone e fala com o público durante seu show. Certifica-se se todos estão prestando atenção. É muito importante que todos tenham bons momentos. Normalmente flerta ou brinca, mais do que é sexy.

Seu estilo é mais solto e improvisado, não sabe como fazer coreografia. Afirma que não teve professora que lhe ensinasse passos; cada movimento dela vem de dentro. É muito mais sobre a interpretação da música do que sobre uma apresentação perfeita de combinações de dança – seus movimentos são simples.

A maioria das vezes realiza os mesmos movimentos favoritos (se mantém no tremido para interpretar a música), mas ocasionalmente demonstra seu repertório de passos. Suas mãos não costumam fazer muito (os dedos estão geralmente separados), mas eles podem ser graciosos quando ela assim o deseja. Com os pés acontece o mesmo. Ela tem uma postura maravilhosa e os braços são bem colocados.

Além de uma grande leitura musical, tem um incrível controle de seu quadril, incrivelmente potente, e dos movimentos do abdômem. Olha para o quadril por um bom tempo, quando ela está tremendo. Seu poderoso tremido se repercute ao longo de seu corpo. Combina fortes acentos de peito com básicos em deslocamentos, realizados de forma tranqüila.

Realiza giros e deslocamentos simples. Sua dança é forte e impressionante com uma incrível presença de palco, consegue prender a atenção e é sorridente.

Mais madura, ela anda fazendo charme para a platéia e, ocasionalmente, faz um tremido; em seus solos de percussão, não marca cada batida.

Também é mestra na bengala, manejando-a com total controle e atingindo uma velocidade incomum para mulheres, embora ainda mantenha a elegância e a feminilidade.

Balbucia a letra das músicas, e, por vezes, ela canta, mas não enquanto dança. Toca snujs durante uma parte do seu show. Se ela os deixa cair, torna o momento engraçado.

Mais voltada para as tradições folclóricas egípcias, Fifi Abdo também cria dança tableaus que são fortemente influenciados por esse estilo.

Em suas apresentações mais recentes, por exemplo, você a encontrará em uma cafeteria do bairro, performando sua famosa dança Shisha, na qual detém um narguile, ela vira o carvão, solta a fumaça sete vezes como a mulher do campo.

Busca ainda inspiração para adicionar algo inédito e/ou loucuras inusitadas a seus shows, como cantar, descer no palco com um guindaste, fazer abertura no palco, dançar um baladi escalando ou realizar movimentos no solo.

Em um workshop em Dallas, no Texas, realizado de 18 a 20 de maio de 2007, Fifi continuava glamorousa, mas essencialmente se mantém a típica bint al baladi, a menina da aldeia que vai para a cidade grande, com seu sorriso irradiante e seu famoso senso de humor.

E quando está em cena, parece sempre jovem...

Movimentos característicos
Fifi Abdo é frequentemente criticada por seu repertório limitado de movimentos:
•Tremido alternado: ela move os joelhos quando deseja que o tremido seja bem grande, mas o movimento não é originário de sua pernas;
•Movimentos de mão: há muitos movimentos de mão e bater com as mãos na cabeça e no quadril simultaneamente é provavelmente o mais conhecido;
•Bengala: o movimento mais famoso é o cambrê com a passagem pelas laterais, além de chutá-la para um giro;
•Ovinho: oito para trás ou para frente com twist;
•Salto/parada/batida de pé: faz um pequeno pulo antes de começar a girar (especialmente na finalização);
•Giros;
•Deslocamentos simples: mas elegantes;

•Segurar a barra da saia ou brincar com a franjas do sutiã;
•Círculos pélvicos: todos os tamanhos e intensidades;
•Básicos com deslocamentos;
•Acentos de peito;
•Shimes de ombro: bons movimentos de ombros sem movê-los rápido.

Roupas e Maquiagem:
Os sutiãs são precariamente ajustados; têm bojos moldados, mas provavelmente não têm barbatanas. Em geral, seus seios não têm muito apoio nos seus trajes. Fifi afirma que possui mais de cinco mil roupas. Também é famosa por suas roupas extravagantes.

Às vezes ela dança de salto alto e, por vezes, descalça.

Ela usa de dois a quatro roupas por show: em um show, ela fez introdução e um par de canções com snujs usando uma roupa no estilo cabaré; então ela mudou para um vestido saidi e fez um número de saidi com snujs; então ela apareceu em um vestido de noite para seu número baladi e com bastão; depois outra troca de roupa para outros números e a finalização.

Fifi no Cinema e na Tevê
No início da década de 1990, passou a participar de filmes para cinema e televisão e de peças de teatro, com os quais ganhou elogios.


Algumas de suas produções não se tornaram grandes sucessos.

Seus papéis em filme (até 2005) incluem:•Al bahth an al hakika (Em busca da verdade).


•Nour al ayoun (Luz dos olhos dela), escrito por Naguib Mahfouz: Fifi Abdo é uma pobre moça do interior que tenta ser uma bailarina famosa que chama a atenção de um velho homem rico que a ajuda em sua ascensão à fama. Ela quer se vingar dos homens que a trataram injustamente, mas termina se tornando uma grande estrela da dança;
•El Ferqa 12 (1991): estrelando Hassan Hosny e Fifi Abdo;
•Al Mazag (1991): dirigido pelo Ali Abd el Khaleq, estrelando Soad Nasr, Ahmed Bedeer, Fifi Abdo, Sanaa Younis, Madiha Kamel e música de Samy Al Hefnawy;
•El Setat (1992);
•Al Qatela (1992): dirigido por Enass Al Deghedy, estrelando Hassan Hosny, Farouq al Feshway Eman "Liz Sarkisian" e Fifi Abdu, música de Rageh Dawood: um grande político morre em circunstâncias obscuras e seu assessor decide revelar o crime. O agente de polícia, Hossam, descobre que há diversos crimes similares ocorridos com motivação sexual que levam a crer que o vizinho Ragaa está por trás de tudo;
•Maganino (1993): com Mahmoud Hemeida (bailarino do Reda Troupe);
•Qadara (1994): por Adel Al Aasr, música de Samy Noseer;
•Lilat el qatl (1994);
•Darbet Gazaa (1995): dirigido por Ashraf Fahmy, produtor Ibrahim el Mashnab, estrelando Fifi Abdo, Wahid Saif, Kamal al Shenawy de, Mahmoud Qabil;
•Al Sagha (1996): estrelando Fifi Abdo;
•Zanqit al-Sittat (2000): Comédia, em Zanqit al Sittat (nome de um famoso mercado shaabi de Alexandria), Fifi Abdo faz o mesmo papel de sempre: a mulher forte e sexy que tenta se vingar de todos os homens que cruzam seu caminho. Fifi Abdo aparentemente inconsciente de seus encantos, insiste em fazer o papel de símbolo sexual;
•Hazemni ya (traduzido como: "Amarre o xale de quadril", "Apronte-se para dançar, papai" ou "Molejo"): pelo produtor Adel Hosni, uma peça de teatro leve agradável. Co-estrelando Mohamed Heneidi. Nesta peça memorável, a heroína (Fifi Abdo) é uma enfermeira mal paga que também dança. Fifi Abdo usa um jaleco branco sem cinto. Sua dança caracterizou-se em amarrar um xale no quadril enquanto se move, daí o título da peça. Há uma outra dança feita sobre cadeiras.
•Iddala'i ya Dousa (Seja charmosa docinho!): estrelando Fifi Abdo.

Em novelas:
•Raya wi Iskeena (março de 2005), com Fifi Abdo e Abla Kamel, produzido por Mustafa Muhram: conta a história de duas irmãs que assassinam uma mulher e roubam suas jóias;
•Ta'r al hub (Pássaro do amor);
•Souq al khudar (O mercado de verduras): Fifi faz o papel de uma mulher cujo nome é Sabah, que se esforça por abrir seu caminho em uma sociedade dominantemente masculina;
•Al sit aseelah;
•Al hakika wal sarab (Verdade e realidade);

Assista alguns vídeos de Fifi Abdo e descubra mais sobre essa incrível bailarina. Bom estudo!




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